terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Deus NÃO está brincando com a sua vida






Agência Unipress Internacional
Nilbe Shlishia


O homem hoje vive na Terra os dias finais da história da humanidade. A prioridade é profetizar para mudar histórias de vida. Melhor não tentar entender o motivo pelo qual Deus tem chamado alguns, em especial, para fazer a sua obra. Ele não chama um homem para cumprir Seus propósitos exclusivamente por meio de uma classe. Daniel era um príncipe de Judá. Também Isaías era de linhagem real. Davi era um jovem pastor, Amós um vaqueiro, Zacarias um cativo da Babilônia, Eliseu um lavrador.

Deus, por algum motivo que o homem não sabe, escolhe determinadas pessoas para atuar em ministérios próprios. O mais interessante disso tudo é que Ele mesmo distribui os talentos normalmente quando o homem ainda é criança e sequer ouviu falar de Seu nome.

O mistério está aí. Deus escolhe antes mesmo de a pessoa ter vindo a esse mundo. Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e, antes que saísses da madre, te consagrei, e te constituí profeta às nações.(Jeremias 1:5)

Ele escolhe representantes Seus aqui nesse mundo. Moisés foi criado dentro de uma cultura egípcia onde a inteligência em arquitetura e administração dominavam. Deus, propositalmente, deixou Moisés ali para mais tarde estabelecer o Estado de Israel para o seu povo.

José foi vendido pelos irmãos como escravo no Egito e passou a ser o segundo. Mais tarde, salvou o mundo da fome. Davi, sem nenhuma condição especial ou formosura, foi tirado do meio das malhadas e mudou radicalmente a forma de um povo adorar a Deus. Sua adoração extravagante, com fortes influências, criou raízes até os dias de hoje, entre outros inúmeros exemplos citados na Bíblia.

Pessoas chamadas por Deus sempre são escolhidas para tarefas especiais. Deus, por intermédio desses escolhidos, direciona o curso da história para os dias atuais. É certo que Ele tem salvado a humanidade de tragédias “fatais” e continua a oferta de salvação a todos que quiserem.

Muitos desses, porém, vivem uma jornada oposta, até que Deus se revele “totalmente” e lhes diga ao coração o que realmente pretende deles. Outros ainda passam por experiências tão comprometedoras que acabam não crendo que o próprio Deus permitiu o seu envolvimento com tantos pecados. Um exemplo claro disso é o de Isaías. “. . . sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos.”

Isso funciona também para muitos que já estão envolvidos com ministérios. Isaías era um homem comum enquanto sua visão era o seu próprio ministério. Um dia sua vida, sua família, seu ministério e tudo mudou porque ele viu o Senhor assentado num alto e que as abas de suas vestes enchiam o templo e viu serafins.

Ali nascia um novo Isaías, não como influência do que havia aprendido de Deus através de homens até ali, mas agora, purificado por Deus. Isaías nunca mais foi o mesmo. Muitos esquecem que só serão uma benção se antes forem preparados para a boa obra! ...

Referência Bibliográficas>

www.arcauniversal.com.br

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